domingo, 22 de junho de 2014

Déborah Prates grava áudio para a campanha

Advogada e cega, Déborah Prates sentiu na pele as consequências das barreiras atitudinais quando precisou usar o Processo Judicial Eletrônico. Neste áudio, Déborah relata a "EXCLUSÃO da pessoa com deficiência, pelo próprio CNJ - Conselho Nacional de Justiça, que tem como presidente o mesmo ministro presidente do Supremo Tribunal Federal", conforme conta no post "Oxigenando os cérebros - um Ministro com deficiência e muita competência no STF !!!" em seu blog.

Ouça o relato de Déborah Prates.
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Petição pública: "Queremos um ministro com deficiência"

Assine a petição pública "Queremos um ministro com deficiência" no Supremo Tribunal Federal:


sábado, 21 de junho de 2014

Por que sou candidato ao STF



Roberto Wanderley Nogueira[1]


        Os acontecimentos que decorrem das escolhas políticas para funções vitalícias da República, a exemplo dos cargos de Ministro do Supremo Tribunal Federal, geram dúvidas, algumas razoáveis, outras nem tanto, mas que justificam, umas e outras, a exigência social pelo escrutínio dos candidatos a esses postos avançados do Poder Público no Brasil. Essa exigência compõe o espectro político de uma Democracia Participativa e é importante que esse exercício se torne uma prática costumeira nas sociedades politicamente esclarecidas.

O sistema constitucional brasileiro toma emprestado o norte-americano para delegar à Presidência da República a responsabilidade dessa escolha, efetivável após sabatina organizada e empreendida pelo Senado Federal. Depois de aprovado pela maioria absoluta dos Membros da Câmara Alta, o nome do(a) candidato(a) indicado(a) segue à nomeação por ato do(a) Presidente(a) da República, desaguando na posse de um novo Ministro do STF, de acordo com um protocolo bem conhecido.